Há época do então secretário Ortega, e da chegada dos novos concursados, o discursso era uníssono: Remunerar bem para valorizar o servidor, evitando a evasão de técnicos competentes, treinados com dinheiro público, muito bem capacitados, para a iniciativa privada ou ainda para outros órgão de esferas diferentes (federal, municipal - que por sinal tem remunerado muito bem os servidores da área ambiental) e de quebra evitar que os trabalhadores tenham que fazer "arroz" para sobreviver (assim como a impressa brada a plenos pulmões, quase que diariamente). O discurso foi utilizado para ver se mantinha o pessoal que, logo nos primeiros dias de trabalho percebeu que a remuneração da secretaria (governo popular) era uma brincadeira e já sinalizava abandonar o barco ainda no porto... e assim, muitos o fizeram. O tempo passou, mudou o secretário e a situação continua a mesma. Ou o Governo tem um interesse tremendo em deixar os servidores de um serviço tão "ESSENCIAL", como bem explicitou um conhecido juiz de direito, à míngua, e continuar mantendo as contratações para ter um contingente que possa ser manipulado para servir ao interesses do mandato (não é do governo, é do mandato) ou então a intenção é realmente plantar a dificuldade (com servidores mal remunerados que precisam ter vários empregos e não podem se dedicar com afinco e nem se especializar na sua área para prestar um serviço de qualidade à população) para colher UM BILHÃO DE ÁRVORES NA AMAZÔNIA... depois contamos mais...
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009
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